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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Abaporu










Tarsila do Amaral

Abaporu é um quadro em pincel sobre tela da pintora brasileira Tarsila do Amaral.
Hoje, é a tela brasileira mais valorizada no mundo, tendo alcançado o valor de US$ 1,5 milhão, pago pelo colecionador argentino Eduardo Costantini em 1995. Encontra-se exposta no Museu de arte latino-americana de Buenos Aires (MALBA). Abaporu vem dos termos em tupi aba (homem), pora(gente) e ú (comer), significando "homem que come gente"[1]. O nome é uma referência à antropofagia modernista, que se propunha a deglutir a cultura estrangeira e adaptá-la à realidade brasileira. Foi pintado em óleo sobre tela em 1928 por Tarsila do Amaral para dar de presente de aniversário ao escritor Oswald de Andrade, seu marido na época. Tarsila de Amaral valorizou o trabalho braçal (pés e mão grandes) e desvalorizou o trabalho mental (cabeça pequena) na obra, pois era o trabalho braçal que tinha maior importância na época.

Sou fascinado por esse quadro. Tenho dois na minha biblioteca particular. Pedi ao pintor uma cópia, mas, como não observou, fez o Abaporu do lado direito do cactos, porém ficou bonito, então pedi para ele fazer do outro lado, por isso fiquei com dois.
Tive a idéia de postar no blog para alegrá-lo, mas, apesar de no princípio ninguém ter comentado, fiquei surpreso quando consultei as postagens mais acessadas e vi que ele é disparadamente o mais visto. Agora já tem comentário. Estou pondo um texto para ajudar os visitantes nas pesquisa a entender sua história.

Fonte: wikipedia.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Não me deixe



Ah, não me deixe, meu amor,
Essa paixão começou
Com amor à primeira vista.
Peço por favor
Que nunca de mim desista.
Quando eu lhe conheci,
Meu coração disparou
Eu toda me tremi.
Foi uma conquista,
Foi amor à primeira vista.
Um grande amor não se acaba assim,
Suplico por você
Que a tudo resista
Porque não é amor de revista,
Com você eu me sinto uma Cinderela.
Não renuncie ao nosso amor
Não é amor de novela.
Duvido que amor maior exista.
Ah,não me deixe, meu amor.
Bento Sales

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Psicologia de um melancólico

Eu não sei por que nem para que existo!
Sem opção, já nasci nesta indigência.
Sou eterno servil da sobrevivência,
Que priva minha essência, mas resisto!
*
Ainda tenho que a minha alma, além disto,
Conquistá-la antes de minha consciência;
Porque para a infinita convivência
Com arcanjos tenho que ser benquisto.
*
Se, quiçá, fosse um mero natimorto,
Seria sobremaneira mais feliz,
Visto que não sofreria assim, absorto.
*
O penar não me leva ao cosmo eterno,
Muito menos por ser um infeliz.
Não suporto mais viver neste averno!

Fiz este soneto inspirado no poema "Psicologia de um vencido" de Augusto dos Anjos.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Pensamentos

Para ser ruim com os outros, basta tratá-los como eles te tratam.
Os atos são mais sinceros que as palavras.
Quem só diz “sim” para outrem sempre diz "não" para si.
A vida é uma arte. Para viver bem, tem que ser artista.
Dinheiro não traz felicidade, mas tristeza também não.
Se dinheiro resolvesse todos os problemas, país algum teria problema, uma vez que todos têm a máquina de fazer dinheiro.
A mídia é que nem o superlativo: ou eleva ao máximo ou rebaixa ao mínimo.
A virgindade e a vergonha andam juntas. Quando se perde uma, conseqüentemente, perde-se a outra.
Às vezes, o silêncio é a mais sábia reposta.
O rio só é importante enquanto não chega ao mar.
A necessidade é que dar valor às coisas.
O corpo é a casa do espírito. Quando ela está inóspita, ele vai-se embora.
O Brasil ainda tem jeito. Os políticos não.
Ninguém é perfeito. Se assim o for, tem o defeito de o ser (a perfeição, muitas vezes, atrapalha).
Quem faz erra. Também quem não faz erra por não fazer.
Trabalho é o castigo de um pecado capital.
Somos a obra imperfeita de Deus.
O emprego é como a vida: sabemos que um dia iremos perdê-la.
Se levarmos tudo muito a sério, a vida não terá graça.
Ninguém precisa mais de mim do que eu mesmo.
Não tenho certeza de que Deus criou o homem, mas de que o homem criou vários deuses.
A guerra é o sinal de que o homem ainda é primitivo.
Dinheiro não é problema, é solução. O problema é a falta de dinheiro.
Todos estão aptos para a prática do mal, mas para o bem, nem todos.
O importante não é quanto se ganha, mas quanto se gasta.
A vida é como andar de bicicleta: requer esforço constante, equilíbrio, não há ré e se pararmos, cairemos.
No que fizermos, temos que pensar em facilitar a vida do próximo, pois talvez o próximo  será nós mesmos.
Muito nos ajuda quem pouco nos atrapalha.
Não sou dono da verdade, mas também não sou o pai da mentira.